26 de outubro de 2011

VICIADOS NA TELINHA


POR Ana Maria Machado para Carta Capital


As novas tecnologias são de fato muito atraentes para crianças e jovens, mas qualquer pessoa que goste de ler sabe dosar seu tempo


Caro professor,

Entre as perguntas repetidas que costumam me fazer, uma das mais frequentes é sobre a concorrência que as novas tecnologias fazem à leitura. Todo mundo parece se preocupar muito com o efeito que as telas da televisão ou do computador podem ter para desviar leitores das páginas dos livros.  Realmente, são tentadoras. Mas não são o fim do mundo.

Às vezes respondo com lembranças de meu tempo de menina, quando televisão não existia com a força de hoje. Mas existia quintal – algo que atualmente, em grande parte se acabou. E poucas coisas podiam ser tão tentadoras quanto quintal. Tinha árvore, terra, minhoca, espaço para correr, brincar de pique, jogar bola, fazer comidinha, pular amarelinha… Um monte de atividades muito atraentes que também competiam com a leitura. A gente brincava muito. E também lia muito.

Com essa lembrança, quero reafirmar que o problema não está na existência de outras solicitações tentadoras. Qualquer pessoa que gosta de ler sabe dosar seu tempo entre elas.  Como na economia de nossa sociedade, o problema não está no fato de haver concorrência, está no monopólio. E recai sobre pessoas que ainda nem tiveram a oportunidade de saber se gostam de ler ou não. Quem já descobriu as delícias da leitura sabe escolher o momento em que vai ler, ou a hora em que se senta à frente da televisão, vai navegar na internet ou mergulhar num videogame.

A primeira questão, então, seria garantir às crianças a descoberta das histórias e da literatura infantil desde cedo. Isto se consegue por meio de exemplo e constante convívio com livros – em casa, na escola, na frequência de bibliotecas, na ida a livrarias para folhear e explorar as páginas coloridas. Feito isso, o gosto pelas narrativas vem naturalmente.

Há, porém, outro aspecto que me preocupa muito mais. Esse, sim. É o que combina a dosagem e o conteúdo daquilo com o que normalmente as crianças têm contato nessas novas tecnologias, quando não existe um cuidado dos responsáveis em orientá-las nesse universo. Nem vou falar nos perigos mais óbvios, no âmbito policial – como passar informações pessoais a estranhos ou se deixar enredar em redes de pornografia, pedofilia e outras doenças sociais de nosso tempo. Mas falo de coisas mais simples: o tempão excessivo dedicado a esses meios e o conteúdo que passa a constituir a dieta quase única com que se alimenta o imaginário infantil nessas circunstâncias. Quanto à dosagem, sabemos que o Brasil é um dos campeões mundiais do tempo médio que criança passa em frente das telinhas – tanto de tevê e vídeo quanto de computadores. Triste campeonato, sinal do abandono a que estamos relegando nossa infância.  Mas não somos os únicos. E nem tudo o que as telas trazem é de se jogar fora. O que se precisa é selecionar e limitar. Recentemente, uma reportagem na televisão mostrou que na Inglaterra estão fazendo clínicas para adolescentes e jovens viciados em internet, locais em que os tratamentos para reduzir a dependência e enfrentar as crises de abstinência seguem os modelos das terapias com que se tratam outros vícios.

Por outro lado, também tenho constatado outro fenômeno, tanto em minhas andanças por nossas cidades quanto na leitura da imprensa. A proliferação das lan houses tem sido acompanhada por sua insistência em oferecer um cardápio único, de jogos do mesmo tipo – invariavelmente muito violentos. Há poucos meses, uma grande revista semanal trouxe um número especial sobre a expansão da informática e das novas tecnologias em geral, enfatizando sua extraordinária disseminação entre nós, com a multiplicação de pontos de acesso por toda parte – o que é ótimo, desejável e necessário, para reduzir desigualdades e aumentar oportunidades de conhecimento. Mas o que me chamou a atenção, em especial foi um aspecto secundário, pelo qual a reportagem passava sem se deter. Todas as fotos de lan houses, em diferentes bairros e cidades, quando tiradas de um ângulo que permitisse ver o monitor diante do qual se sentavam adolescentes ou crianças, mostravam cenas de atirar em alvos – fossem eles no Oeste americano, em ruas ocidentais contemporâneas, em aviões nos céus, navios no mar, estradas.  Não se trata de um ou outro filme, história ou desenho animado – onde há uma batalha entre um lado e outro, inserida numa narrativa que lhe dá sentido ou opõe significados morais na escolha – como, em sua linguagem simbólica, a arte tem feito ao longo da história humana. Nada disso. É só um jogo de mirar e atirar, competindo para ver quem mata mais. A mais absoluta banalização da violência e da agressividade, sem que haja qualquer consequência depois. Um treinamento para matar, em idade tenra. E ficar impune. Numa revista para educadores, não preciso dizer o que isso significa e ensina.

É mais do que hora de estarmos atentos para os cuidados que devemos ter nessa área: limites do tempo que as crianças dedicam aos jogos e escolha equilibrada dos conteúdos. Atentar para isso não é uma forma odiosa de repressão. Faz parte da responsabilidade social. E é uma manifestação de amor.

Ana Maria Machado para Carta Capital

25 de outubro de 2011

DEIXE SEU FILHO SE SUJAR!


Entrar em contato com ambientes não assépticos favorece não só a saúde da criança, mas também seu desenvolvimento psicológico

Se você é daquelas mães que têm arrepios ao ver uma criança toda lambuzada de chocolate ou que corre atrás do seu filho com um par de chinelos mal ele tira o sapato, pense melhor. Permitir que a criança se suje não só faz bem a ela, como é essencial para seu desenvolvimento.
"Os pais não podem criar os filhos dentro de uma redoma de vidro", diz o pediatra e neonatologista Jorge Huberman. Ele explica que cada indivíduo precisa desenvolver sua imunidade. A criança nasce apenas com a imunidade recebida da mãe durante a gestação, e começa a desenvolver seu próprio sistema a partir dos seis meses.
Por isso, é importante que os pequenos entrem em contato com o que muitos pais consideram como "sujeira": mexer na grama, rolar na terra e colocar alguns objetos na boca, desde que sempre sob supervisão de um adulto, são atitudes recomendáveis. Assim, eles podem criar anticorpos e construir um sistema de defesa natural do corpo, o que se torna impossível se as crianças são sempre mantidas em ambientes assépticos.
Depois da exploração de um ambiente menos higienizado - como um parque ou um quintal - basta dar banho na criança. Mas atenção: o excesso de banhos também é contraindicado pelo pediatra. "No verão, claro que a criança vai entrar mais vezes no chuveiro, até para se refrescar. Mas basta um banho com sabonete - os outros podem ser apenas com água", recomenda.
Estímulos
Ter contato com sujeira não só é importante para a saúde infantil, mas também para o desenvolvimento psicológico. Segundo a psicóloga antroposófica Sandra Stirbulov, todas as crianças precisam estimular os sentidos do tato, do movimento, do equilíbrio e da vitalidade para garantir um crescimento saudável. "O que não passa pelo sentido físico pode não ser decodificado mais tarde, atrapalhando o desenvolvimento da criança rumo à capacidade de abstração", diz ela.
E essa estimulação passa, naturalmente, pelo contato mais amplo possível com texturas, cores e cheiros - sempre submetido ao bom senso dos pais. Uma criança que está aprendendo a comer precisa entender que a comida é dada na colher, mas necessita igualmente tocar na comida para senti-la. Não tem mal algum deixá-la brincar com um pouco do alimento do prato.
"Os pais devem estar sempre atentos a proporcionar às crianças diferentes percepções sensoriais", defende Sandra, o que é impossível se você não deixa seu filho caminhar descalço na terra ou pintar desenhos com tinta a dedo.
Crianças que são privadas desta experimentação por pais excessivamente zelosos, que morrem de medo da criança apanhar uma pneumonia porque andou pela casa descalça ou não permitem que ela role na grama porque vai se sujar de terra, podem criar problemas para os filhos mais tarde. "Elas ficam indispostas a experimentar novas comidas, por exemplo. Antes mesmo de colocarem na boca, rejeitam um alimento novo", explica Sandra.
A dificuldade também pode se estender para a aprendizagem. "A criança que não entrou em contato com lama, terra, argila e outras materiais pode deixar de desenvolver, por exemplo, a motricidade fina - e ter problemas para segurar o lápis e escrever quando chega a fase da alfabetização", completa Cássia Franco, psicóloga especializada em terapia de casal e família.

Dicas para deixar seu filho se sujar
- Deixe a criança brincar com tinta e pegar um pouco da comida quando ela ainda está aprendendo a comer
- Promova uma sessão de pintura ou escultura em casa, em família. Se suje junto com seus filhos: pintem um painel coletivo ou mexam com argila
- Permita que seu filho mexa na grama, na areia e caminhe descalço sobre superfícies de texturas e temperaturas diferentes
- Dê a ele brinquedos de materiais diferentes, com diferentes texturas. Evite que a criança tenha só brinquedos de plástico, que tem sempre a mesma textura
- Apresente a seu filho sons diferentes, colocando-o em contato com brinquedos que façam barulho - não os eletrônicos, mas a partir da intervenção da criança
- Estimule seu filho a experimentar cheiros diversos: ofereça uma florzinha ou explore com ele os temperos da cozinha

24 de outubro de 2011

Como lavar as roupinhas do bebe? Como guarda-las para o proximo filho?


Como tirar manchas sem usar produtos químicos? Tem que passar a ferro? Como guardar para o próximo filho?

Diferentemente de quando as mães compram uma blusinha nova e mal podem esperar para estreá-la, a ansiedade é inimiga das roupas da criançada. A pele do bebê é muito sensível e toda lavagem é necessária, especialmente a primeira. Nunca se sabe o que pode desengatilhar uma alergia e o estoque da loja pode ser um lugar propício para contaminar a roupinha.
De acordo com a pediatra Leda de Aquino, do Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), as roupinhas de bebê devem ser lavadas separadamente das roupas do resto da família, já que os produtos utilizados não podem ser os mesmos.


1.   Como lavar as roupinhas do bebê?



Além de lavá-las separadamente com uso de sabão neutro ou sabão de coco. Nao se deve usar amaciante. Algumas crianças têm uma tendência maior a desenvolver dermatite e o amaciante pode ser um desencadeador, pelo perfume ou pela química, O sabão em pó pode deixar resíduos com pH alto na roupa, o que não é indicado para bebês com pele sensível. O sabão líquido específico para roupas delicadas é o ideal. Um bom enxágue também é essencial.

2.    Como tirar as manchas?

Todos os produtos antimanchas são também alcalinos. Por isso é preciso cuidado ao tirar aquela mancha de papinha que caiu na blusa do seu filho. O melhor é enxaguar bem e, se precisar usar algum produto tira-manchas, fazer um último enxágue com vinagre de vinho branco.

Água sanitária nem pensar. A não ser que a roupinha seja muito bem enxaguada depois. Para evitar o uso de produtos do tipo quando a criança deixar cair comida ou outra sujeira na roupa, tire o excesso imediatamente. “Deixar para o dia seguinte faz a sujeira entrar na fibra e atingir o tecido. Se tirar na hora, com água, dificilmente a roupa ficará manchada”, completa.

3. As roupinhas devem sempre ser passadas a ferro?



 Além do cuidado extra oferecido pelo ferro quente, passar também é uma oportunidade para ver se as roupas estão limpinhas mesmo. Secar ao sol também é indicado. 



4. E passar perfume na roupa do bebê, pode?


Melhor não. A composição química de um perfume eleva a possibilidade de o bebê ter alergias. Eventualmente, no entanto, um perfume pode ser utilizado. Os perfumes são levemente ácidos, mesmo os infantis, mas não costumam dar problema. 



5. Existe um tecido mais indicado para as roupinhas de bebê?



O algodão, entre os especialistas, é considerado o melhor tecido para as roupinhas de bebê. Deve-se evitar produtos sintéticos, sintéticos podem impedir a transpiração e causar brotoejas.



6. Como guardar as roupinhas para o próximo filho?



A personal assistant Heloisa Sundfeld, fundadora da Help Personal Assistant, recomenda lavá-las bem e, antes de colocá-las no fundo do armário, embalá-las em sacos a vácuo, para ficarem protegidas. “Isso garante a conservação e a limpeza por dois anos”, diz.


7. Como guardar as roupinhas no armário para ter facilidade no dia a dia?


Ao organizar as gavetas, Heloisa Sundfeld sugere pensar na praticidade. Fraldas, muito utilizadas, ficam na primeira gaveta. Na segunda, peças já combinadas para o uso. “Assim, na hora de pegar uma roupinha, a mãe não vai ficar procurando”, conta Heloisa. 

Se você tiver uma menininha em casa, os vestidinhos podem ficar pendurados, fáceis de serem alcançados. E deixe a última gaveta para os lençóis, que não são tão trocados quanto as roupinhas diárias do bebê.

17 de outubro de 2011

WRAP DE FILET COM QUEIJO

Ontem fiz esse Wrap e todo mundo gostou e pediu a receita então aí vai!!!

Bem fácil de fazer

WRAP DE FILET da CAROL

500g de Filet -eu usei o Filet de Costela já temperado com sal e pimenta do reino
1 pacote de RAP 10 ligth - vem 10 discos
250g de Queijo Mussarela Piracanjuba ralado (ou em cubinhos)
1 caixinha de creme de leite
50g de Queijo Parmesão ralado de saquinho (Eu indico o VIGOR)
1/2 Cebola
1 colher de sopa de manteiga com sal

Na frigideira doure as cebolas na manteiga e acrescente a carne picada ou desfiada, acrescente o queijo mussarela e espere derreter um pouco, acrescente o creme de leite (que NUNCA deve ser fervido) e por fim para "dar a liga" como diz meu marido acrescente o queijo parmesão ralado.

Doure os discos do Wrap e acrescente o recheio dividindo para ficarem com a mesma quantidade. Enrole e coloque no prato.
Sirva com uma salada



Sucesso garantido! Eu usei a versão ligth! Mas as duas são uma delícia

Pode usar com o que sobrar de carne do almoço :)

Se fizer volte aqui pra contar!

CADEIRÃO PARA ALIMENTAÇÃO

A cadeira que escolhi foi essa e ADORO!
É fácil de limpar, é segura, é barata, reclina e é bonitinha! A minha é igual a essa! Minha filha usou e agora com 3 anos cedeu para meu filho e ela foi direto pra mesa!!! Mocinha minha Isabela!

MERENDA PEG PEREGO

Meu filho está com o Intestino Preso e Agora????

Caso seu filho tenha prisão de ventre na adaptação da introdução dos alimentos sólidos ou em outra fase da vida tenho uma dica ótima!!!!

Compre Ameixa sem caroço e cozinhe com água até virar uma papinha, depois passe no processador se preferir e guarde em um potinho fechado na geladeira, dê uma colher de chá de manhã e à tarde!!
Dura uma semana na geladeira.
Aconselho levar em viagens!!!!

Confira se a Ameixa realmente é sem caroço!!!! Isso é muito importante!!!! Um caroço desse pode engasgar uma criança!

Se ele for bebê e após 3 dias não evacuar, 3 dias é normal, você pode passar um cotonete ao redor do anus para estimular a evacuação. Mas não interfira antes de 3 dias. Nesse período escolha os alimentos corretos, faça massagem na barriguinha, ofereça bastante água e se você ficar muito ansiosa ou nervosa converse com o pediatra!

ALIMENTOS LAXANTES OBSTIPANTES FLATULENTOS

Para preparar as papinhas temos que escolher bem os vegetais e alimentos para não soltar nem prender o intestino do nosso filho!!!
Eis essa classificação para ajudar as escolher!

ALIMENTOS LAXANTES (“SOLTAM O INTESTINO”)
Mamão, Abóbora, Almeirão, Pão de centeio, Repolho, Jaca, Laranja, Abacate,Banana nanica,Tomate,Uva,Aveia,Melão,Amendoim,Arroz integral,Pão integral,Macarrão integral,Pepino,Figo,Couve,Espinafre,Ervilha,Ameixa,Vegetais folhosos,Melancia,Lentilha,Pimentão,Alface,Agrião,Iogurte,Feijão,Jiló,Manga,Vagem,Milho,Abacaxi.

ALIMENTOS OBSTIPANTES (“PRENDEM O INTESTINO”)
Arroz,Mandioca,Bolacha água e sal,Cará,Cenoura cozida,Caju,Biscoito,Gelatina,Pão branco,Maçã,Banana prata,Banana maçã,Maisena,Batata salsa,Limão,Goiaba sem casca,Batata.

ALIMENTOS FLATULENTOS (“PRODUZEM GASES”)
Agrião,Acelga,Cebola,Alho,Brócolis,Couve,Jabuticaba,Melão,Melancia,Condimentos,Ervilha,Feijão,Lentilha,Milho,Pimentão,Pimenta do reino,Repolho,Rabanete,Batata doce,Leite,Queijos temperados,Refrigerantes,Chocolate,Abacate,Nozes,Ovos,Peixe,Mostarda,Nabo, Beterraba

16 de outubro de 2011

PAPINHAS III - ROTINA ALIMENTAR DA INTRODUÇÃO DE ALIMENTOS SÓLIDOS

A introdução dos alimentos sólidos é uma opção da mãe orientada pelo médico de acordo com as possiblidades da mãe quanto ao aleitamento exclusivo.É recomendado pela OMS a ser iniciada após seis meses de aleitamento materno!

Se for iniciar antes de voltar a trabalhar e o bebê tem 4 meses ou seja sua licença é de apenas 4 meses.
Você pode optar por ordenhar e deixar seu leite para a babá dar também de 4 em 4 horas e esperar o 6º mês para introduzir os alimentos. Ou iniciar a introdução dos alimentos sólidos. Acho que isso depende muito do tamanho do seu bebê, da sua vontade e da indicação do seu pediatra.

1ª SEMANA
Amamentação normal de 4 em 4 horas mais
9-10hs Fruta amassada
Água no copo 30ml

FRUTAS: Banana Prata, Maça ,Pera, Mamão Papaya e Melão
Dar um de cada vez para ver se apresenta alergia e apurar o paladar

2ª SEMANA
7hs Seio Materno
9-10hs Fruta
11-12hs Sopa -3 tipos de legumes + gordura + tempero
Água no copo 30ml
Seio Materno após o almoço

FRUTAS: Banana Prata, Maça ,Pera, Mamão Papaya e Melão
Dar um de cada vez para ver se apresenta alergia e apurar o paladar
LEGUMES: Batata, Cenoura, Chuchu, Cara, Inhame, Abobrinha, Beringela, Mandioca
Gordura: Oleo de Girassol, Oleo de Canola, Azeite
Tempero: Cebola e cheiro verde

Deixe cozinhar e secar a água, mas deixe um caldinho!

3ª SEMANA
7hs Seio Materno
9-10hs Fruta
11-12hs PAPINHA AMASSADA NO GARFO -3 tipos de legumes + Arroz + Proteína Vegetal + gordura + tempero
Água no copo 30ml ou Suco
Seio Materno após o almoço
15-16hs Fruta
18hs PAPINHA AMASSADA NO GARFO
Seio materno antes de dormir

FRUTAS: Incluir Melancia e Manga
Carboidrato: Incluir Arroz
Proteina Vegetal: Feijão ou lentilha ou ervilha

4ª SEMANA
7hs Seio Materno
9-10hs Fruta
11-12hs PAPINHA AMASSADA NO GARFO -3 tipos de legumes + Arroz + Proteína Vegetal+ 1 proteina animal + gordura + tempero
Água no copo 30ml ou Suco
Seio Materno após o almoço
15-16hs Fruta
18hs PAPINHA AMASSADA NO GARFO
Seio materno antes de dormir

FRUTAS: Acrescente Pêssego e Ameixa
Carboidrato: Arroz ou Fubá de Milho
Proteina Vegetal: Feijão ou lentilha ou ervilha
Proteína Animal: Carne Vermelha (Músculo moído 2 vezes) ou Frango Desfiado
Legumes e Verduras: Escolha sempre 3 legumes e Acrescente 1 folha: Agrião, Espinafre, Rúcula etc bem picadinho

Se seu bebê começara ficar amarelo de tanto comer abóbora, cenoura opte por Legumes Amarelos 2 x na semana.

5ª SEMANA
7hs Seio Materno
9-10hs Fruta
11-12hs PAPINHA AMASSADA NO GARFO -3 tipos de legumes + Arroz + Proteína Vegetal+ 1 proteina animal + gordura + tempero
Água no copo 30ml ou Suco
Seio Materno após o almoço
15-16hs Fruta
18hs PAPINHA AMASSADA NO GARFO
Seio materno antes de dormir

FRUTAS: Acrescente outras frutas de sua preferência evitando as ácidas
Carboidrato: Arroz ou Fubá de Milho
Proteina Vegetal: Feijão ou lentilha ou ervilha
Proteína Animal: Carne Vermelha (Músculo moído 2 vezes) ou Frango Desfiado ou Gema do Ovo 2x na semana ou Peixe
Legumes e Verduras: Escolha sempre 3 legumes e Acrescente 1 folha: Agrião, Espinafre, Rúcula etc bem picadinho

Agora você pode secar mais a papinha sem deixar o caldinho, deixando a consistência de papinha

Inicie o OVO apenas no almoço por uma semana (2x na semana) E na próxima semana no almoço e jantar e depois de verificada a ausência de alergia inclua a Clara ou seja o OVO inteiro cozido e amassado.
Evite congelar o OVO, cozinhe e acrescente à papinha já descongelada se essa for sua opção.

A partir dos 10 meses
Inclua na lista de carboidratos o macarrão
e como sobremesa ofereça Gelatina ou Geléia de Mocotó

A partir de 12 meses
7hs Seio Materno
8hs Café da Manhã: Leite Ninho 1 ou queijo branco + Pão Integral ou Cereal com Leite + Fruta
10hs Suco ou Fruta ou Bolacha Maizena ou Biscoito de Polvilho
12hs Almoço da Família com salada crua
Água no copo 30ml ou Suco
Gelatina ou Geléia de Mocotó
Seio Materno após o almoço
16hs Fruta ou Suco ou Pão Integral com Geléia ou Bolo ou Pão de Queijo (em festas claro!)
18hs Sopa/Papinha
Seio materno antes de dormir ou Leite no Copo

PAPINHAS II RECEITAS

PAPINHA VEGETARIANA


RECEITA 1
1 xícara de Abobora
5g de Agrião
1 colher de cebola picada
1 ramo de cebolinha
Refogue com 1 fio de azeite ou de óleo de canola em seguida coloque uma pitada de sal e água
Depois que os vegetais estiverem bem tenros retire a papinha do fogo e amasse.

RECEITA 2
1 dente de Alho
1 xícara de repolho
1 xícara de brócolis
1 xícara de grão de bico
1/2 batata
Refogue com 1 fio de azeite ou de óleo de canola o alho, repolho, brócolis, grão de bico já cozido e a batata em seguida coloque uma pitada de sal e água
Depois que os vegetais estiverem bem tenros retire a papinha do fogo e amasse.

RECEITA 3
1 tomate
1 ramo de salsinha
1 xícara de mandioca
1 xícara de couve flor
1 punhado de espinafre
Refogue com 1 fio de azeite ou de óleo de canola o tomate,salsinha e acrescente a mandioca, a couve flor e o espinafre e em seguida coloque uma pitada de sal e água.

Depois que os vegetais estiverem bem tenros retire a papinha do fogo e amasse.


Você acrescentar proteina, como OVO cozido, Carne (músculo moído 2 vezes) ou Frango desfiado.
Se for acrescentar OVO, cozinhe o ovo, e misture à papinha finalizada.


A papinha pode ser congelada por 1 mês mas prefira acrescentar o OVO sempre no dia de usar a papinha.
Quanto às carnes podem ser acrescentadas, refogando-a primeiro e depois acrescentando à papinha ainda quando estiver ao fogo.
Se for congelar divida as porções e congele já fracionado a porção do dia. Retire do congelador pela manhã e esquente na panela ou micro-ondas.

PAPINHAS I

A introdução de novos alimentos deve começar aos 6 meses de idade, segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde. Mas ainda não é o momento de interromper o aleitamento, que, de acordo com a mesma entidade, deve continuar até a criança completar 2 anos. O que se indica é a inclusão, no cardápio dos pequenos, das primeiras papinhas. Elas devem ser oferecidas sempre no intervalo entre as mamadas. Essa introdução tem de ser lenta e gradual, com os alimentos sendo apresentados ao bebê um de cada vez. Dessa forma, é possível controlar eventuais alergias. Comece com as papinhas doces e, depois de um ou dois meses, quando o pequeno já tiver se adaptado, passe para as salgadas.

Atualmente os pediatras tem recomendado a iniciar com as salgadas e depois as doces. Eu iniciei com as doces nos meus dois filhos e acho que é bemmmm mais fácil iniciar com a pêra, maça, banana amassadas do que com um legume cozinho amassado! Os dois comem super bem e não tiveram problemas na adaptação.

PAPINHAS DOCES
A partir dos 6 meses, as chamadas papinhas doces são a primeira novidade no cardápio do bebê, que, até então, tinha o leite materno como o alimento exclusivo. Elas devem ser preparadas com frutas bem esmagadas. Que fique claro: esmagadas, e não liquidificadas. Isso porque é importante que o bebê já comece a desenvolver a capacidade de digerir os alimentos. Além de nutritivas, elas representam uma mudança menos brusca em relação ao gosto do leite da mãe. Devem ser oferecidas à criança de colher. Também é importante escolher um talher que não machuque, como os que têm a ponta revestida de silicone.

MAS é claro que se você estiver querendo praticidade é melhor passar no processador a papinha em casa do que dar uma papinha industrializada!!!!

PAPINHAS SALGADAS
Depois de um ou dois meses com a papinha doce, é hora de introduzir o sal na alimentação do bebê – mas com cuidado. As papinhas salgadas devem receber apenas uma pitada de sal. Uma dica: se o alimento está “bom de sal” para o paladar de um adulto, certamente estará salgado demais para uma criança. Também devem ser incluídos na receita diferentes grupos de alimento, como vegetais, carboidratos e carne – dessa maneira, a criança receberá os principais nutrientes de que precisa para se desenvolver. Assim como as papinhas doces as salgadas não podem ser liquidificadas, mas apenas amassadas. E, no caso das carnes, bem desfiadas. Elas podem ser inicialmente oferecidas uma vez ao dia, como uma espécie de almoço. E depois de 15 dias comendo a papinha salgada no almoço pode dar no jantar também.

SEM BABÁ

Desculpem minha ausência...
Fiquei quase dois meses sem babá, na verdade ela ainda não voltou, mas arrumei uma substituta!
Pensei muito em muitas coisas que aconteceram.

Lucas já está com 7 meses, e desde os 6 fica em pé no berço e engatinha pra todo lado. Agora parece um foguetinho no chão! Não posso tirar o olho nem por um segundo. Ele já fica em pé por alguns segundos e depois cai. Já tem 2 dentinhos! O que mudou os hábitos do sono! É sempre assim...quando tudo parece estar bem acontece algo que muda tudo! E vamos que vamos...

Isabela já está com 3 anos e adora brincar com o irmão. Lucas é apaixonado por ela e mesmo nas brincadeiras mais agressivas ele dá gargalhada....aí Isabela abusa né? E muitas vezes acaba de castigo porque machucou o irmão. Essa fase de 3 anos é bemmmm difícil. A disputa pelo poder, a retaliação pelo ciúme, as birras sem fim. Mas também é uma graça e um charme cada história inventada, cada caso contado e as brincadeiras. Como é bom sentar no chão e brincar de barbie, de boneca, de casinha, de massinha, de qualquer coisa. Bom demaisssssssss da conta.

O bom de ficar sem babá é:

brincar muitoooooo com os filhos
colocar eles na rotina e ensiná-los as coisas do jeito que a gente quer
cuidar deles e saber tudo oque aconteceu durante o dia
lavar a roupa com cuidado
fazer a papinha

Mas cansaaaaaaaa muito ter que trabalhar (em casa claro), cuidar da casa, dos filhos e do marido! hehehe

Prefiro mesmo é ter a tal da babá! Uma boa babá!

Falando em papinhas, agora Lucas já come de tudo. Então vou postar oque aprendi sobre papinhas
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