30 de maio de 2011

Curso de Gestante Online Grátis

Para quem recebeu o resultado positivo do exame de sangue, ou da fitinha da farmácia ou simplesmente atrasou a menstruação e está começando a ficar enjoada... Vale a pena se cadastrar e fazer o curso de gestante online CRESCER/Abril, pelo menos você faz quando estiver bem disposta e se sentindo bem! Oque importa mesmo é se informar bem para um dos momentos mais felizes da sua vida! E esse curso é ótimo! Vou postar depois as informações mais importantes no BLOG. E depois do nascimento pode vir aqui pegar ótimas dicas para fazer o seu bebê ser muito feliz! E você também, é claro, pois o bebê quando nasce vem fazer parte da sua família e precisa entender e aprender muitas coisas aqui do lado de fora da barriga!





Princípios do Sono



Todo Pai e Toda Mãe Deveriam Saber que:
É  possível que você e seu bebê apreciem a hora de ir dormir e permaneçam dormindo

1. Como você dorme - Depois de vestir-se ou despir-se para ir para a cama, a
maioria dos adultos relaxa para o sono ao executar vários rituais noturnos:
leitura, música, TV, etc. Quando você adormece, os centros elevados no
cérebro começam a descansar, possibilitando a você entrar nos estágios de
sono profundo chamados "não-REM" (REM da sigla em inglês para movimentos
rápidos dos olhos), ou sono profundo (também chamado de sono tranqüilo). Sua
mente e seu corpo estão mais tranqüilos durante esse estágio do sono. Seu
corpo está parado, sua respiração está superficial e regular, seus músculos
estão soltos e você está "chapado". Depois de uma hora e meia nesse estágio
de sono tranqüilo, seu cérebro começa a "despertar" e começa a trabalhar, o
que tira você do sono profundo, trazendo-o para o sono leve ou sono ativo,
chamado de sono REM (movimento rápido dos olhos). Durante esse estágio do
sono seus olhos realmente se movem sob suas pálpebras enquanto seu cérebro
se exercita. Você sonha e começa a se mexer e talvez até arrume as cobertas
sem estar totalmente acordado. É durante esse estágio do sono que você
talvez acorde para ir ao banheiro, para depois retornar à cama e mergulhar
num sono profundo. Estes ciclos alternados de sono leve e profundo continuam
a cada duas horas ao longo da noite, então um adulto típico pode ter uma
média de seis horas em sono tranqüilo e duas horas em sono ativo. Portanto,
você não dorme profundamente a noite toda, embora talvez  sinta como se
dormisse.

2. Como bebês iniciam o sono - Você está embalando, caminhando ou
amamentando seu bebê e as pálpebras dele começam a fechar assim que ele
adormece em seus braços. Os olhos dele fecham-se completamente, as pálpebras
continuam a tremer e a respiração ainda é irregular. As mãos e braços estão
flexionados, e ele pode se assustar, contrair os músculos e  sorrir
rapidamente, é o chamado "sorriso do sono". Ele talvez continue a sugar com
a boca tremendo. Assim que você dobra seu corpo para colocar seu bebê
"adormecido" no berço e tentar sair silenciosamente de perto, ele acorda e
chora. Isso acontece porque ele não estava completamente adormecido. Ele
estava ainda naquele estágio de sono leve quando você o colocou no berço.
Agora tente novamente seu ritual noturno, mas continue por mais tempo (cerca
de 20 minutos a mais). Você vai notar que o bebê pára de sorrir  e de
contrair-se; a respiração dele torna-se mais regular e superficial, os
músculos completamente relaxados. Os punhos fechados abrem-se e os braços e
pernas ficam pendurados como se não tivessem peso algum. Martha e eu
chamamos isso de "membros bambos", um sinal de sono profundo.  O bebê agora
está num sono mais profundo, permitindo que você o coloque no berço e saia
de perto, suspirando aliviado e satisfeito porque seu bebê finalmente está
descansando confortavelmente.
Eu aconselho você desde cedo colocar seu bebê nesta fase antes de fechar o
olho no berço pois assim ele se acostuma e não passa por essa fase de desespero
 quando você vai saindo do quarto, parece até que ele está vendo você sair rsrsrsrs.
Quando seu bebê estiver maior ele pesará mais e seu ombro vai doer, de embalar,
dançar, andar com ele até ele adormecer. No meu caso que tenho bursite é
praticamente inviável ficar com ele andando pela casa até ele dormir, meu bebê tem
3 meses, 6,7Kg e já não consigo ficar tanto tempo com ele no colo que meu ombro dói.
Enquanto adultos  podem geralmente ir direto para o estágio de sono profundo, bebês
nos seus primeiros meses de vida caem no sono através de um período inicial de sono
leve. Depois de 20 minutos ou mais eles gradualmente entram no sono profundo, do
qual eles não são tão facilmente despertados. Como você provavelmente sabe por
experiência
própria, se você tentar apressar seu bebê para colocá-lo na cama enquanto
ele ainda está no estágio inicial de sono leve, ele geralmente acorda. Então sugiro
que você fique por perto durante esses 20 minutos e caso ele chore, você faça o
método de silenciar e dar tapinhas da Tracy, você faz Sh,Sh,Sh,Sh,Sh que simula o
som que ele ouvia no útero e dá tapinha leves e contínuos, ritmados nas costas do bebê
(ou na perna, no bumbum, aonde vc conseguir, nas costas funciona melhor.)
Muitos pais e mães me dizem: "Meu bebê precisa estar completamente
adormecido antes que eu possa colocá-lo  no berço."Em alguns meses, alguns
bebês podem cair num sono profundo mais rapidamente, ultrapassando o longo
estágio de sono leve. Aprenda a reconhecer  os estágios de sono do seu bebê.
Espere até que seu bebê esteja num sono profundo antes de mudá-lo de um
lugar para outro, como da sua cama para o berço ou da cadeirinha do carro
para  cama/berço.

3. Bebês têm ciclos de sono mais curtos que você. Permaneça em pé ao lado do
seu bebê adormecido e observe enquanto ele dorme. Cerca de quarenta minutos a
uma hora depois que ele adormece, ele começa a se encolher, revira-se um pouco, suas
pálpebras mexem, ele esboça um sosrriso, sua respiração torna-se irregular,
seus músculos contraem-se. Ele está novamente entrando na fase de sono leve.
O tempo de transição entre sono profundo e sono leve é um período vulnerável
durante o qual muitos bebês vão acordar se houver algum estímulo
desconfortável ou irritante, como fome.  Se o bebê não acordar, ele
permanecerá neste período de sono leve durante os próximos 10 minutos e
retorna novamente para o sono profundo. Os ciclos de sono dos adultos
(passagem de sono leve para profundo e depois de volta ao sono leve) duram
em média 90 minutos. Os ciclos de sono dos bebês é mais curto, durando 50 a
60 minutos, então eles vivenciam um período vulnerável para acordar no meio
da noite a cada hora ou até menos. Quando seu bebê entra no ciclo de sono
leve, se você colocar uma mão carinhosa nas costas dele e cantar uma cantiga
de ninar calma, ou somente permanecer ao lado do bebê; você pode ajudá-lo a
superar esse período de sono leve sem acordar.
Caso o seu bebê acorde sempre depois de 30minutos ou 40 minutos e você tenha
notado essa rotina, vá uns minutos antes para o quarto dele e faça o método de silenciar
para que ele continue dormindo e entre em sono profundo. VOCÊ ESTARÁ ENSINANDO
ELE A PASSAR DESSA FASE SOZINHO, antes dele chorar e você ter que
reiniciar o processo de colocar para dormir.
Alguns bebês precisam de ajuda para adormecerem novamente.
Alguns bebês "auto-suficientes" podem superar o período vulnerável sem
despertarem completamente e se eles acordam, eles podem retornar ao sono
profundo sozinhos. Outros bebês precisam de uma mão carinhosa, a partir destas
diferenças únicas no ciclo de sono, aprendemos que um dos objetivos da atuação dos pais
na hora de colocar os bebês para dormir é criar um ambiente que auxilie o
bebê a superar o período vulnerável e retornar ao sono profundo sem acordar.

4. Bebês não dormem tão profundamente quanto você. Não só os bebês levam
mais tempo para adormecer como também têm períodos vulneráveis para acordar
com mais freqüência; eles têm duas vezes mais períodos de sono ativo ou leve
que os adultos. À primeira vista, isso parece injusto com os pais cansados depois
de um longo dia de cuidados com o bebê. Entretanto, se você considerar o
princípio de desenvolvimento por trás da forma como os bebês dormem - ou não -
por uma razão vital,  pode parecer mais fácil para você compreender as necessidades
do seu bebê na hora de adormecer e desenvolver um estilo de "hora de dormir" que
ajude mais do que prejudique os ritmos naturais de sono do bebê.

5. Acordar durante a noite traz benefícios à sobrevivência. Nos primeiros
meses de vida, as necessidades do bebê estão no limite máximo, mas sua
habilidade de comunicá-las é mínima. Suponhamos que um bebê permanece
profundamente adormecido durante a maior parte da noite. Algumas
necessidades básicas iriam permanecer não supridas. Bebês novinhos têm
estômagos diminutos e o leite materno é digerido muito rapidamente. Se o
estímulo de fome do bebê não o acordasse facilmente, isso não seria bom para
sobrevivência dele. Se um nariz entupido e uma dificuldade respiratória, ou
um ambiente frio o incomodassem e o estado de sono estivesse tão profundo
que ele não pudesse comunicar tais necessidades, a sobrevivência dessa
criança estaria em jogo.
Pesquisas sugerem que o sono ativo protege os bebês. Imagine que
seu bebê dormisse como um adulto, o que significaria o predomínio do sono
profundo. Parece maravilhoso ! Para você, talvez, mas não para o bebê.
Imagine que o bebê tivesse necessidade de calor, comida, ou uma via aérea
desobstruída, mas porque ele estivesse dormindo tão profundamente ele não
pudesse despertar e reconhecer ou agir para ter suas necessidades supridas.
O bem-estar do bebê estaria ameaçado. Parece que bebês nascem programados
com padrões de sono que possibilitam acordar em resposta a circunstâncias
que ameaçam seu bem-estar. Nós acreditamos e pesquisas respaldam que os
estágios freqüentes de sono REM servem ao melhor interesse psicológico dos
bebês durante os primeiros meses, quando seu bem-estar está mais ameaçado.
Existem bebês ANJOS que dormem a noite toda desde sempre e não tem necessidades
nem seu bem-estar ameaçado durante o sono, sorte sua mamãe. Mas a maioria acorda
com a fralda suja, molhada, frio, calor, gases, cólicas e também por fome. Temos que
entender o que está acontecendo antes de simplesmente dar o peito para calar o bebê.
Se você sempre der o peito à noite porque ele acorda, sem saber se realmente é fome
você criará um padrão nele de que ele precisa mamar, mesmo sem fome e você tão cedo
terá uma noite completa de sono novamente. Você deve ensinar seu filho a dormir e
não atrapalhar o sono dele. Se ele acordou não significa que está com fome. Verifique
primeiro.

6. Acordar durante a noite tem seus benefícios em termos de desenvolvimento.
Pesquisadores do sono acreditam que bebês dormem de forma mais "inteligente"
que os adultos. Eles teorizam que o sono leve ajuda o cérebro a
desenvolver-se porque  este não descansa durante o sono REM. De fato, o
fluxo sangüíneo até o cérebro quase dobra durante o sono REM. (Esse aumento
de fluxo sangüíneo é particularmente evidente na área do cérebro que
controla automaticamente a respiração). Durante o sono REM o corpo aumenta a
sua produção de certas proteínas nervosas, os "tijolos" de construção do
cérebro. Acredita-se que a  aprendizagem também  ocorra durante o estágio
ativo de sono. O cérebro pode usar esse momento para processar informações
adquiridas enquanto desperto, armazenando o que é benéfico ao indivíduo e
descartando o que não é. Alguns pesquisadores do sono acreditam que o sono
REM age para auto-estimular o cérebro em desenvolvimento, provendo imagens
benéficas que promovem o desenvolvimento mental. Durante o estágio de sono
leve, os centros mais elevados do cérebro permanecem operando, mas durante o
sono profundo esses centros são desligados e o bebê  é mantido através dos
centros inferiores do seu cérebro. É possível que durante o estágio de
crescimento rápido do cérebro (o cérebro dos bebês cresce até cerca de 70%
do volume adulto durante os primeiros 2 anos), o cérebro precise continuar
funcionando durante o sono para desenvolver-se. É interessante notar que
prematuros passam ainda mais tempo do seu sono (aproximadamente 90%)  em
REM, talvez para acelerar o crescimento cerebral. Como se pode ver, o
período da vida quando humanos dormem mais e o seu cérebro se desenvolve
mais rapidamente é também aquele em que eles têm o sono mais ativo.

7. À medida em que crescem, os bebês atingem a maturidade do sono. A idade
na qual os bebês se acomodam – o que significa quando eles adormecem
rapidamente e permanecem adormecidos varia enormemente entre os bebês.
Alguns adormecem facilmente, mas não permanecem adormecidos. Outros adormecem
com dificuldade mas permanecem adormecidos. Outros bebês que provocam exaustão
nem querem adormecer nem permanecem adormecidos.
Nos primeiros 3 meses de vida, bebezinhos raramente dormem por mais que 4
horas seguidas sem precisarem de uma mamada. Bebezinhos novinhos têm
estômagos diminutos. Mesmo assim, eles dormem um total de 14-18 horas por
dia. Entre 3 a 6 meses de idade, a maioria dos bebês começa a se acomodar.
Eles estão acordados por períodos maiores durante o dia e alguns podem até
dormir por 5 horas seguidas durante a noite. Entre 3 a 6 meses, esteja
preparado para uma ou duas levantadas durante a noite. Você também verá que
o período de sono profundo aumenta. Os períodos vulneráveis  para acordar
durante a noite diminuem e os bebês são capazes de entrar num sono profundo
mais rapidamente. Isso é chamado maturidade do sono.

8. Bebês ainda acordam. Há uma variação entre os bebês sobre quando eles
amadurecem para esses padrões de sono semelhantes ao de adultos. Entretanto,
apesar de os bebês atingirem essa maturidade do sono entre a segunda metade
do primeiro ano de vida, muitos ainda acordam. O motivo ? Estímulos
dolorosos, como resfriados e dores da erupção dos dentes, tornam-se mais
freqüentes. Acontecimentos importantes no desenvolvimento, como sentar,
engatinhar, caminhar, levam os bebês a "praticarem" suas novas habilidades
enquanto dormem. Então entre um e dois anos de idade, quando o bebê começa a
dormir durante os estímulos para acordar acima mencionados, outras causas
levam-no a acordar durante a noite, como ansiedade de separação super-estimulação
e pesadelos. Lembre-se sempre que não é recomendado uma criança menor de 2 anos
ver televisão, isso a deixa  muito estimulada e faz com que tenha pesadelos, e não encha
a sala e o quarto de brinquedos, coloque um de cada vez, eles não conseguem ficar
calmos com tanta musica, cores, barulhos e muitos estímulos. Para um bebezinho
o simples fato de olhar para a mamãe e sorrir já é uma brincadeira. Entre cada intervalo
de sono escolha uma brincadeira só e não várias, se ele se mostrar cansado,
(bocejar, esfregar olhos, perder interesse no ambiente, olhar parado,
como se ‘hipnotizado’, chorar, puxar cabelos e orelhas), não ofereça outro
brinquedo, significa que já está pronto para mais um ciclo de sono. Se você não
percebe os sinais do sono dele e não colocar ele para dormir na hora que ele está
cansado e pronto para isso você irá fazer com que ele fique mais estimulado e
com o sono agitado.
Mas não se esqueça que cada bebê é diferente, tem alguns bebês que dormem
30-40minutos e estão lá sorrindo e felizes no berço, não se culpe, seu bebê não precisa
dormir 1hora30minutos para descansar. Ele dorme pouco! Fazer o que? Aceitar e
responder o sorriso lindo dele no berço!
Mesmo compreendendo o porquê de bebês terem uma tendência a acordar durante
a noite, conclui-se que é importante tanto para pais quanto para os bebês
terem uma noite de sono reparador, senão bebês, pais e seu relacionamento podem
ficar comprometidos.

O mais importante é manter uma rotina estruturada como sugere a Tracy, com o
E.A.S.Y  com sonecas estáveis e restauradoras, com um ritual de sono noturno
constante, lembrando que o intervalo que aguentam acordados vai aumentando conforme
sua maturidade.



Fonte: http://www.askdrsears.com/html/7/T070200.asp
          Encantadora de Bebês
         http://solucoes.multiply.com/journal/item/38

29 de maio de 2011

Como acelerar o processo da fala do seu filho?

Cada criança tem o momento certo de começar a falar mas com certeza se você já conversa com ela desde o nascimento isso será bem mais rápido. O cérebro dos bebês é como uma esponja!

Algumas dicas para incentivá-los a falar*:

1. PRONUNCIE BEM- Fale sempre corretamente com a criança e mostre como articular as palavras, de forma agradável.

2. FORCE A FALA- Se seu filho apontar para um objeto, por exemplo, não atenda e faça de conta que você não entendeu. Peça a ele que diga o nome do que quer. Se ele ainda não sabe o nome, pegue e repita algumas vezes o nome do objeto para ele aprender.

3. DÊ ESPAÇO- Proporcione momentos em que a criança fale. Deixe-a contar histórias, representar, conversar sobre o dia.

4. FALE CERTO- Não use palavras no diminutivo nem em linguagem “infantiles”. Por exemplo: em vez de “pepeta”, diga “chupeta”.

5. TENHA PACIÊNCIA- Fale com a criança, não por ela. Deixe-a terminar a frase no próprio tempo, mesmo que demore para completar a ideia.

Além disso, desde muito cedo os pais devem conversar, cantar, ler e colocar músicas para o bebê. Fazer sons com a boca, tocar instrumentos musicais, oferecer brinquedinhos que emitem sons e garantir que o bebê tenha um bom contato com outras crianças também ajuda no desenvolvimento da linguagem.

*fonoaudióloga do Prontobaby – Hospital da Criança (RJ) Mariana Uzeda
http://maenualdeinstrucoes.blogspot.com/

Amor Previne Obesidade Infantil

Obesidade na infância é uma problema mundial que cresce a cada ano e que pode em parte ser explicado devido ao estilo de alimentação adotado pela família, e pelo sedentarismo crescente.
Os principais riscos para a criança obesa são a elevação dos triglicerídeos e do colesterol, alterações ortopédicas, na pressão arterial, na saúde da pele, e complicações respiratórias.
A obesidade representa a doença nutricional mais prevalente entre crianças e adolescentes, muitas vezes coexistindo com a desnutrição.
Além das más consequências para a saúde do adolescente e do adulto, a obesidade na infância produz um quadro psicológico conturbado, com diminuição da auto- estima, depressão e distúrbio da auto-imagem.
Está estatisticamente comprovado que uma criança obesa tem um maior risco de tornar-se um adulto obeso.
Uma pesquisa científica recentemente publicada afirma que dar e demonstrar amor à criança previne a obesidade infantil. Isso porque  as crianças que são mais amadas e acariciadas pelos pais possuem um outro mecanismo para lidar com a dor e a frustração, que não seja a comida.
Nos adultos é comum encontrar aqueles que ao se sentirem mal por algum motivo aumentam a ingestão de comida, principalmente de doces. O mesmo pode ser observado nas crianças.
Mas aquelas que recebem mais abraços e beijos dos pais, especialmente da mãe, não precisam refugiar-se nos doces para sentirem-se melhor, pois o aconchego do colo já supre suas necessidades.
A obesidade infantil pode também ser evitada através da amamentação exclusiva até os 6 meses do bebê e da correta alimentação depois desta fase, através do consumo de legumes e frutas em grandes quantidades e mínimas quantidades de doces.

Fonte: http://www.tuasaude.com/
http://maenualdeinstrucoes.blogspot.com/

21 de maio de 2011

O que fazer com as mentiras das crianças?


Quem já viveu o constrangimento de ver o filho fazer caretas de desagrado diante de um presente sem graça pode imaginar o que seria a vida em sociedade se todos fossem sinceros o tempo inteiro... Um inferno! Nessas horas, o bom senso manda chamar a atenção da criança e mostrar que, às vezes, a verdade causa mágoas desnecessárias. “Não se trata de fazer apologia da dissimulação, mas a mentira social é importante nas relações e ajuda a proteger nossa auto-imagem e a das demais pessoas”, explica a psicóloga Mônica Portella, professora da PUC-RJ e autora do livro Como identificar a mentira (ED. QUALITYMARK). Mas, se em situações específicas essa virtude torta representa um progresso no desenvolvimento da sociabilidade, o uso dela fora desses contextos está longe de trazer benefícios. Ele mina a confiança nos relacionamentos, pode acarretar prejuízos para outras pessoas e alimentar o sentimento de impunidade diante de comportamentos irresponsáveis e pouco éticos. O desafio dos pais é reconhecer essas situações e calibrar as reações, evitando que os filhos caiam tanto no extremo da inconveniência quanto no da “pinoquice”.

Uma verdade só dela

            Nos primeiros anos, as mentiras são uma mistura de fantasia e descoberta da independência de pensamento. “A criança gosta de se sentir dona de uma verdade que é só dela. O domínio da linguagem e o pensamento mais articulado permitem inventar histórias mirabolantes, reforçando a percepção de possuir uma consciência autônoma, que ninguém controla. Essas fantasias são um avanço no desenvolvimento mental”, afirma a psicóloga infantil Silvana Rabello, professora da PUC-SP. Outra característica da mentira nessa fase – que dura até 5 ou 6 anos – é a rapidez com que os enredos fantásticos são esquecidos ou substituídos por outros. O objetivo é despertar comoção na platéia ou desviar a atenção de alguma mancada.
            Nem por isso as mentiras infantis deixam de causar confusões, como descobriu a vendedora paulistana Andréia Azevedo, 32 anos, mãe de Laura, 4. A filha havia chegado da escola com arranhões no rosto dizendo que tinha sido a professora. “Fui lá conversar e, de cara, a professora quis saber o nome do gato que machucara a Laura. Para a avó, ela contou que havia sido a prima... e até hoje ninguém sabe o que aconteceu. Já pensou se chego na escola fazendo acusações?”, diz a mãe.
Se o seu filho até 5 anos mente

Não adianta discursar sobre as implicações sociais e morais dessa atitude. Se o pequeno mentir para esconder um erro, deixe clara sua desaprovação e dê a ele a oportunidade de se arrepender. Mais que sermões e castigos, é essa reflexão que levará à mudança de comportamento. Caso se trate de alguma história fantástica, ouça e não se preocupe – nem ele a leva a sério. Agora, se for uma fantasia de perigo ou de perseguição em que a criança insista, fique atenta. “Fixações desse tipo costumam revelar angústias que ela não consegue traduzir em palavras”, avisa Silvana.

O fim da inocência

            A partir dos 6 anos, meninos e meninas começam a construir noções de certo e errado e passam a usar a mentira com premeditação. “Enquanto os pequenos mentem para ocultar um erro involuntário e que já aconteceu, os maiores maquinam para atingir um objetivo”, garante Silvana. Um exemplo é dizer que não tem lição de casa para passar a tarde se divertindo com o brinquedo novo. A mentira agora já não é gratuita e sempre traz uma compensação para quem a conta, ainda que se trate de algo tão intangível quanto despertar a atenção. Descobrir essas motivações pode dar pistas importantes sobre o momento de vida do filho.
            Compreender a origem da mentira não significa fazer vista grossa para o filho não se sentir culpado. Se não for pressionado a enxergar o erro e se arrepender, ele pode ficar com a falsa sensação de que a dissimulação é um recurso válido para obter algo. Com o tempo, essa ausência de implicações leva a uma convicção de impunidade e mina o senso ético.
Se o seu filho de 6 a 10 anos mente
            Explique em poucas palavras por que foi errado mentir e faça-o participar de alguma reparação, ainda que simbólica, do prejuízo causado. Se a mentira serviu para ocultar uma nota baixa, em vez de bronca, invista no relacionamento perguntando como pode ajudá-lo a melhorar o desempenho.
Atenção, perigo
É na adolescência que os efeitos negativos da mentira podem trazer os piores resultados. O jovem mente com a desenvoltura do adulto e articula as histórias com antecedência, principalmente para fugir de responsabilidades ou contornar regras e proibições. Um caso típico é dizer que vai a determinado lugar e ir para outro, no qual pode até mesmo estar em risco.  Mentir para acobertar erros dos amigos também é uma situação freqüente nessa fase, e os pais precisam mostrar que, com isso, ele pode se tornar cúmplice de uma situação prejudicial a alguém.
“Há vezes ainda em que o filho mente para preservar as relações familiares”, constata o psicólogo Nelson Pedro-Silva, professor do Instituto de Psicologia da Unesp e autor do livro Ética, indisciplina e violência nas escolas (VOZES). É o que acontece em famílias muito rígidas, nas quais a mínima falha é motivo de críticas. Para driblar o controle doméstico e, ao mesmo tempo, não viver em clima de tensão, o jovem oculta suas necessidades e interesses reais. Se a família ainda acha que ele é muito criança para namorar, por exemplo, é provável que ele esconda o relacionamento e disfarce os encontros dizendo que vai sair com os amigos ou ficar na escola para fazer um trabalho.
Se o seu adolescente mente
Avalie bem a situação. Reflita se não foi um recurso diante de uma postura inflexível em casa. Se a mentira não envolvia conseqüências mais sérias, toque indiretamente no assunto. Caso perceba situações de risco ou prejudiciais a outras pessoas, abra o jogo e mostre que mentira grave não é a que mais se afasta da verdade, mas a que traz mais conseqüências negativas.
Pecados capitais
Jamais peça ao filho que seja cúmplice de uma mentira, mesmo a mais banal, do tipo dizer que você não está quando simplesmente não quer atender o telefone.
Diante de um assunto que considere embaraçoso ou para o qual não sabe a resposta, não invente histórias – é melhor omitir detalhes ou pesquisar juntos.
Não valorize a “esperteza” da criança que foge de alguma responsabilidade com uma mentira particularmente brilhante.
A menos que tenha alguma suspeita de problemas sérios, não vasculhe as coisas do adolescente para não minar o clima de confiança.
Observe: Está na cara que é mentira
            A maioria das mães sabe quando o filho está mentindo. E não é só intuição. “Inconscientemente, quem mente emite sinais não-verbais da mentira, os quais são captados pelo interlocutor”, diz a psicóloga Mônica Portella, que ensina a identificar as escorregadas mais comuns.
O choro de manha não tem lágrimas e acaba de repente, assim que o bebê consegue aquilo que quer. O choro verdadeiro só se acalma aos poucos.
Ao mentir, a criança pequena leva a mão à boca, como se quisesse esconder as palavras. Em adolescentes e adultos, esse reflexo pode aparecer como uma coçadinha na região dos lábios.
Pausas longas e freqüentes e o recurso de repetir a pergunta antes de responder indicam que a pessoa precisa pensar e elaborar melhor o que vai dizer.
Sorrisos que somem com rapidez, em que os olhos não se contraem ou que deixam os lábios em posição assimétrica são suspeitos.
Quem mente gesticula pouco ou faz gestos que não combinam com as palavras – por exemplo, a criança diz que já fez a lição apontando para a frente e não para trás, como seria natural para falar de uma ação passada.

Fonte: http://www.bebe.com.br/

19 de maio de 2011

Meu filho chupa o dedo: como se livrar dessa mania?

           
Muitos pais acham uma graça ver o bebê com o dedo na boca. Mas o hábito não é nada saudável e, pior, difícil de ser interrompido. Veja quais são as principais consequências disso e como ajudar seu filho a se livrar dessa mania.

Causas
            Desde o útero, a criança desenvolve o hábito da sucção, que é fundamental para a amamentação e para o amadurecimento psíquico. E isso perdura por todo o primeiro ano de vida como uma necessidade fisiológica. É nesse período que algumas crianças acabam com a mania de chupar o dedo, que pode perdurar por toda a infância. A questão é que esse hábito costuma trazer uma série de consequências para o pequeno. “São implicações odontológicas, problemas na mastigação, atrasos na fala e problemas emocionais”, enumera Leda Amar de Aquino, odontopediatra da Sociedade Brasileira de Pediatria.

            Muitos especialistas acreditam, inclusive, que a necessidade e a persistência em chupar o dedo infância afora estejam relacionadas a algum tipo de carência afetiva ou ansiedade. O ato pode até mesmo ser uma maneira de a criança sinalizar que deseja mais atenção. “Normalmente, o vício está associado a problemas alimentares ou emocionais e, por isso, o bebê passa a experimentar o estímulo da língua, dos lábios e da mucosa, associando-os a sensações agradáveis de carinho e aconchego”, afirma Flávio Luposeli, dentista especialista em estética do sorriso. Crianças que passam longos períodos do dia sem a mãe ou não foram amamentadas por muito tempo correm mais risco de desenvolver esse hábito.

OQUE FAZER?
           
Espere até 1 ano e meio.
            Até mais ou menos 1 ano e meio de vida, é normal o bebê chupar o dedo por questões tanto fisiológicas (desenvolvimento da musculatura para sucção e alívio por causa do aparecimento dos dentes) como psicológicas. “Nessa idade, o pequeno usa a boca como uma ponte entre ele e o mundo. É por meio dela que ele vai reconhecendo o que está ao redor e formando sua identidade. Depois dessa fase, o hábito já não condiz mais com o esperado, porque a criança entra em outra etapa do desenvolvimento. Na maioria dos casos, o pequeno deixa de chupar o dedo naturalmente”, explica a psicóloga Lívia Rocha.

Interrompa o hábito durante o sono

            Muitos recém-nascidos já nascem com o hábito desde o útero materno. “Procure observar seu filho durante o sono e, toda vez que ele levar a mão à boca, retire-a dali com cuidado”, sugere Raquel Caruso, fonoaudióloga e psicopedagoga da Universidade São Marcos, em São Paulo.

Descubra os momentos do vício
           
Se você conseguir perceber em que momentos seu filho geralmente coloca o dedo na boca, ficará mais fácil impedi-lo de fazer isso. Se for durante alguma atividade, tire o dedo da boca enquanto diz que isso não deve ser feito e procure entretê-lo com outras coisas.

Substitua pela chupeta

            O dedo está sempre próximo à criança e, por isso, a chance de colocá-lo na boca tem intensidade e frequência maiores do que o uso da chupeta. A maioria das chupetas tem formato anatômico e não exerce uma pressão excessiva nas estruturas bucais. Ou seja, elas são menos prejudiciais do que o dedo.  Além disso, fazer a criança abandonar o uso da chupeta é mais fácil do que convencê-la a não levar o dedo à boca.

Ocupe as mãos
            Mãos desocupadas tendem a ir para a boca. “O hábito de chupar o dedo traz para o bebê uma sensação de alívio e prazer. Pode ajudá-lo, por exemplo, a lidar com a fome - e a ausência do carinho materno - enquanto isso não chega. É uma alternativa e uma tentativa de se acalmar enquanto passa por uma dificuldade”, afirma a psicóloga Lívia Rocha. Por isso, procure substituir atividades em que as mãos da criança ficam vazias, como assistir televisão, por atividades criativas, como desenhar e montar objetos.

Fique mais tempo amamentando

            Quando for dar o peito para o bebê, deixe que ele sugue por mais tempo. A necessidade de levar o dedo à boca pode significar a carência afetiva e essa proximidade durante a amamentação costuma ajudar a resolver o mau hábito.

Converse com a professora
           
            Se o seu filho já está na escolinha, converse com a professora e peça para que ela repare e interceda, caso a criança mantenha o hábito também fora de casa. Chupar o dedo pode trazer consequências no âmbito social.

Dê recompensas

            Converse com seu filho e estipule um período para que ele fique sem chupar o dedo. Vendo televisão, por exemplo. Se ele conseguir, incentive dando recompensas e pequenos prêmios.

Use mordedores ou alimentos

            Existem no mercado mordedores com tamanhos, texturas e até temperaturas diferentes. Veja qual o mais adequado para a idade do bebê. Se for uma criança um pouco mais velha, vale dar pedaços de alimentos como cenoura. Isso o distrai e evita que chupe o dedo.

Converse. Não brigue

            Brigar só vai fazer com que seu filho fique com medo e continue colocando o dedo na boca, escondido de você. Por isso, o ideal é o velho e bom diálogo. A partir de 1 ano, a criança já tem maturidade para compreender essa conversa. Tente negociar com ela para chupar o dedo somente em momentos estipulados, como a hora de dormir. Assim, você diminui o hábito e abre caminho para uma nova conversa em que o hábito deverá ser interrompido completamente.

Analise o contexto

            Algumas crianças que já deixaram o hábito podem voltar a chupar o dedo diante de uma situação que a deixem inseguras, como o nascimento de um irmão e a mudança de escola. A psicóloga Lívia Rocha explica que “isso pode ser um comportamento transitório, no qual o pequeno busca segurança. O jeito é dar mais atenção, suporte e encontrar alternativas para ele se sentir mais amparado”.

Fonte www.bebe.com.br

15 de maio de 2011

Dicas para adaptar a criança à creche


A licença-maternidade acabou e chegou o momento difícil de colocar o bebê no berçário. Saiba como enfrentar essa separação de maneira tranquila, sem traumas para o pequeno.

Deixar, pela primeira vez, um filho de colo aos cuidados de funcionárias de um berçário é uma experiência traumática para qualquer mãe. E, quanto menor a criança, maior a angústia. Mas a separação é uma etapa importante no desenvolvimento do bebê. Apesar do sofrimento, é possível encarar com naturalidade esse período tão complicado. Veja algumas dicas:

Fortalecer os vínculos afetivos desde o nascimento

A melhor maneira de garantir uma separação mais tranquila é fortalecer os vínculos com o bebê desde o nascimento, garantindo o que os médicos chamam de apego seguro. É o que dará à criança a sensação de que o afastamento não representa o abandono. Isso significa garantir um equilíbrio saudável entre o trabalho e a maternidade. Ou seja, a mãe precisa de um período para estreitar os laços com o filho sem se preocupar com sua estabilidade profissional. Nesse sentido, a licença-maternidade cumpre um papel decisivo, especialmente a de seis meses.Um sinal de que esses vínculos ainda estão indefinidos é o choro intenso e desesperado do bebê, a apatia, o desvio de olhar ou a recusa em se alimentar. Nesses casos, vale a pena reavaliar a situação.
Escolher bem para poder confiar

Sem confiança, a separação tende a se complicar. Por isso, a escolha do berçário é tão importante. Além dos pré-requisitos evidentes, como limpeza e higiene, é fundamental levar em conta outras questões. Observe se o lugar é organizado, se as cuidadoras pegam o bebê no colo na hora de oferecer a mamadeira, se conversam com os bebês em tom confortante. Pergunte também se há música para as crianças e, finalmente, certifique-se de que existe uma rotina para atender às necessidades físicas e emocionais do bebê. Isso significa tanto uma alimentação e segurança contra acidentes como a preparação dos adultos para lidar com os pequenos. Importante: até 1,5 ano, é preciso um cuidador para cada cinco a oito crianças.

Introduzir alimentos sólidos com antecedência

Dependendo da idade do bebê, é aconselhável que os pais não deixem para introduzir sucos naturais e papinhas somente quando ele entrar no berçário. O ideal é que isso aconteça com a antecedência de pelo menos 15 dias. Normalmente, os bebês deixam de mamar exclusivamente no peito da mãe aos 6 meses, idade adequada para deixá-lo no berçário e voltar ao trabalho.

Depois dos 9 meses, o bebê vai dar mais trabalho

A memória de uma criança, com menos de 9 meses de idade, ainda não retém informações por muito tempo, mesmo que seja a imagem da mãe. Essa condição diminui o sofrimento na hora da separação. Por isso, vale a pena planejar o ingresso no berçário para o período em que o pequeno tem entre 6 e 9 meses. Depois disso, a situação tende a ser mais difícil.

Administrar a emoção na hora de ir embora

O adulto sente mais a separação do que a criança. E esse é um desafio a ser superado. Os problemas normalmente acontecem quando o bebê percebe o estado de estresse da mãe e também se agita. O segredo é manter a tranquilidade, transmitindo segurança ao pequeno, e não se frustrar quando constatar que seu filho se adaptou facilmente ao berçário sem a sua presença. Deixe para chorar no banheiro ou no carro...

Marcar presença na adaptação

Largar a criança no berçário e só voltar para buscá-la horas depois não é a melhor estratégia na fase de adaptação. É preciso que alguém conhecido – a mãe, o pai ou outro cuidador – esteja por perto nesse primeiro momento para oferecer o colo na hora do choro. Essa estratégia evita que a criança se sinta abandonada. Aos poucos, ela se acostuma com a nova situação.

Cuide dos detalhes da adaptação
 
Existem procedimentos simples que facilitam a adaptação de crianças de colo no berçário. Um deles é apaziguar o bebê, com um tom de voz calmo, se ele estranhar o lugar. Outro é deixar o pequeno sentado para que ele enxergue os demais à sua volta. Deitado, ele só verá o teto, demorando mais para se acostumar com tudo. Estímulos também são bem-vindos nesse momento. Uma boa dica é impor desafios que não ofereçam risco à integridade física e emocional do bebê. A escalada de almofadas, por exemplo, é segura e a criança é capaz de cumpri-la. Por fim, deixe que seu filhote explore o ambiente e interaja com o novo espaço.


Fonte: http://www.bebe.com.br/

13 de maio de 2011

Selo de Qualidade

Estou muito feliz por ter sido presenteada pela Bárbara do Melhor do Mundo Infantil com este selinho!
O selo é um “mimo” trocado entre os blogs, como um selo de qualidade. Ao recebê-lo devo indicar outros blogs que também acho bacanas e que merecem receber uma visita.
De acordo com as regras do Selo Stylish Blogger Award, devo falar 7 coisas sobre mim e indicar outros 10 blogs para recebê-lo.

Sobre mim:

1- Eu AMO à DEUS sobre todas as coisas.
2-Sou esposa e melhor amiga do Felipe.
3-Sou a mãe da Isabela e do Lucas, a mais feliz do mundo!
4-Sou muito amiga de todas as minhas amigas.
5-Odeio ouvir um NÃO e falar um NÃO.
6-Adoro trabalhar e AMO organizar festas.
7-Sou MUITO FELIZ!

Os Blogs que eu indico são:


Quando ligam da escola porque aconteceu um acidente: O que fazer?

Fui surpreendida por uma ligação da escola da minha filha, de quase 3 anos, quando ouvi o telefone tocar e falaram que era da escola eu já sabia, algo dentro de mim já me avisara que algo bom não era.
--"Isabela teve um acidente e acho que vai ter que dar um pontinho!"
Enfim, sai correndo do jeito que eu estava e peguei o carro, sem nem pensar, chegando lá, ela não parava de chorar, soluçando, eu a peguei no colo e nem perguntei nada, fui acalmando ela, com carinho e indo direto pro carro. Ela se acalmou e me contou que havia caído e se machucado. Ela estava com um esparadrapo ensanguentado e não dava pra ver o estrago.
Como moro perto da escola, fui pra casa com ela, tentando acalma-lá que tudo ficaria bem e peguei uma bolsa de gelo daquelas grandes da Mercur, que ficam no freezer e não congela, peguei um paninho, o Ibuprofeno gotas (antiinflamatório) e o Paracetamol (analgésico). Como sei que o atendimento de qualquer pronto-socorro demora mais de uma hora pra ser chamado...e eu não queria minha filha sofrendo ainda mais... dei logo a dose recomendada para o peso dos dois medicamentos e coloquei a bolsa de gelo, pedindo a ela que segurasse no queixo.
O gelo anestesia e evita que o local inche e fique roxo!
O medicamento alivia a dor e a inflamação, como é em gotas, no máximo em 30 minutos!
Foi a melhor coisa que eu fiz! Estou escrevendo aqui pois não pensamos em outra coisa a não ser sair correndo para o Hospital.

FICA A DICA: SE PRECISAR DE UMA EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA EM BRASÍLIA VÁ AO HOSPITAL DAHER. É SUPER RÁPIDO E O ATENDIMENTO É ÓTIMO. Vale para as outras especialidades também!

Era pra ela ter ficado muito inchada e muito roxo no local. Mas não ficou nada, quem olha só vê o esparadrapo em cima dos pontos e nem imagina que ali tem 5 pontos!!! Graças ao Gelo!
Isabela ficou mais calma, a dor diminuiu e ela ficou sentadinha, sem chorar, e contando pra todo mundo da emergência oque tinha acontecido.
Nem dava pra acreditar que o queixo dela estava lá todo aberto e ela conversando e rindo. (Eu abri o esparadrapo e olhei pra ver se realmente precisaria ir pro hospital, mas sim, o corte era grande e profundo)
Enfim, depois de uma hora para ser chamada pra levar a carteirinha do convênio(como eu previa), e mais uma meia hora pra ser atendida pela cirurgiã de plantão ela foi pro box para fazer os pontos. O pai da Isabela é médico e preferiu ele mesmo fazer os pontos (que coragem) Pelo menos se ficar feio ela vai poder brigar com ele pro resto da vida! kkkkk Me lembrei de quando furei a orelha dela com 2 meses e percebi que furar a orelha não é nada perto de dar pontos na própria filha! Eu acompanhei tudo e fiquei lá segurando a mão dela, e as pernas porque nessa altura do campeonato ela não estava mais calma e contente, e estava chorando muito!
Ninguém merece aquela agulha da anestesia!
Que fique a dica:
Se ligarem da escola já leve os remédios para dor indicados pelo pediatra e uma BOLSA DE GELO! Nunca se sabe oque significa : " ...acho que vai precisar de um pontinho..."

11 de maio de 2011

Baba, Creche ou Escola?

Uma criança antes de 3 anos não tem necessidade de ir a escola ao menos que os pais queiram. É claro que elas gostam tmabém. Mas não é necessário. Se sua babá é de confiança, você está gostando dela cuidando do seu bebê, fique tranquila e continue nesse ritmo. O que vc tem que observar sempre independente da escola é se seu filho está feliz, isso sim é muito importante e nós mães conseguimos captar a mensagem quando algo não está bem.
Quanto ao pagamento isso é uma outra questão, realmente não só nas creches, mas também nas escolas particulares o salário dos professores é muito baixo. Normalmente quem é formado recebe o piso e no caso de crecheiras e berçaristas um salário mínimo ou um pouco mais. A escola pública está em vantagem no quesito salário dos professores mas não é garantia de qualidade no nosso país, infelizmente! Mas a verdade é que professor de rede pública ganha pelo menos o dobro que o da rede particular.
A escolha entre babá e creche deve ser pautada na expectativa da familia e não com preocupação de socialização e desenvolvimento da criança. Claro que se a babá deixa a criança o dia inteiro na frente da TV a criança acaba se desenvolvendo menos e isso é importante você ficar de olho.
A babá precisa deixar a criança explorar o ambiente, fazer um passeio, usar brinquedos educativos, cantar, dançar, tomar um solzinho...etc. O importante para uma criança de 0-2 anos é principalmente explorar o ambiente, ter contato com a natureza de alguma forma, com livros (nesse caso vc mesma pode contar histórias) e ter bastante atenção e cuidados. Isso uma boa babá pode fazer. Mas cada caso é um caso! Vai depender da confiança na babá, na escola, na creche. Tem que pesquisar muito e conhecer bem o lugar aonde você pretende deixar o seu filho.

Texto escrito por Mariana Faria, Pedagoga , Formada na Universidade de Brasília.

10 de maio de 2011

Porque "Encantar" o seu bebê?

Eu sou adepta da Rotina estruturada da Tracy, e sou fã dela. Motivo pelo qual estou escrevendo o blog para minhas amigas, que me pediram para escrever todas as dicas.
Não tenho tido muito tempo, mas estou escrevendo sobre os problemas do Sono. (Em breve!!!)
A maioria dos casos em que o bebê não dorme bem à noite é paternidade acidental. A Tracy sempre diz que um bebe que não dorme bem de dia, não dorme bem de noite e a SUPERestimulação durante o dia comum na maioria das casas também atrapalha o sono.
A Isabela até os 2 anos nunca tinha assistido TV, nem DVD. Só musica para BEBES! E os brinquedos sempre foram restritos e sempre revezados, nunca vários brinquedos, sempre evitei o pisca pisca, brinquedos barulhentos, chocalhos e a cadeira que treme nunca coloquei a pilha nela.
Eu trabalho muito e prefiro seguir a rotina estruturada e saber a hora de tudo, além de poder dormir a noite toda e ver como é lindo ter uma criança independente. Isabela aos dois anos, sabe brincar sozinha, sabe comer sozinha, ir ao banheiro e se vestir.
 Claro que tem muito da personalidade dela, ser independente, mas foi ensinada a ser assim também.
Meu pai acha que a Tracy me prende demais nessa tal rotina, pois ele quer fazer farra com a Isabela e às vezes, na hora errada eu digo que não está na hora de brincar, ou de ver TV ou de brincar com o Ipad dele. Mas eu não concordo, pois tenho sempre o You (do E.A.S.Y) para resolver minhas coisas e sei quando a Isabela vai dormir, vai acordar e posso programar o dia mais facilmente. Eu nunca deixei de contar histórias (fora do quarto), de brincar com ela e de fazer carinho (sempre na hora de brincar e nunca na hora de dormir) e de amamentar (até 1 ano e 3 meses) Mas ela dorme a noite toda desde os 7 meses (19hs-7hs).
Acho que o bebê faz parte da família e não a família parte da vida do bebê!
Ahh e sim os bebês são diferentes como a Tracy os descreve...bebe anjo (dorme a noite toda sem você precisar fazer nada) bebe livro texto (que dorme a noite toda se você seguir a rotina durante o dia) bebe energico ISABELA (que é o mais dificil mas também dorme a noite inteira depois de muita Paciencia, Consciencia, Rotina e Constancia. -o que a Tracy ensina nos seus dois livros maravilhosos- E outros tipos de bebês. Tem um teste no livro pra saber qual é o seu!
Sempre fiz TUDO oque diz lá, e como ela diz, e sempre deu certo. Não sei o que seria de mim sem a
Tracy.
Ensinar a dormir é uma missão que temos. Ninguém nasce sabendo fazer isso, nós temos que ensinálos!
E olha que o bebê enérgico é o mais difícil de ensinar a dormir!
Mas com Paciencia, Consciencia, Rotina e Constancia a gente consegue ensinar TUDO pra eles. O cérebro das crianças é uma esponja, em 3 dias eles se adaptam! Sem sofrer! Sem deixar chorar! Dando muito amor e carinho!

9 de maio de 2011

Regras e Limites: Como dizer NAO ao seu filho

Bebês são curiosos, querem mexer em tudo e muitas vezes se colocam em perigo, principalmente quando aprendem a dar os primeiros passos. Imagine seu pequeno mexendo no fogão, na tomada, nos fios... Dá até arrepios, não? E, por mais que você o repreenda, ele volta a tocar onde não deve. Por isso, é preciso fazê-lo compreender a ordem “não pode”. Nesse ensinamento, sua linguagem corporal e tom de voz são extremamente importantes.
Desde o nascimento, tudo que ocorre à volta do bebê é registrado como aprendizado. Mas regras e disciplina só começam a ser entendidas e interpretadas depois dos 2 anos de idade. “Até essa faixa etária, os pais precisam ter muita paciência e repetir as ordens diversas vezes, até que a criança incorpore o conceito.
A partir dos 2 anos a criança já é capaz de compreender, mas sua memória é limitada. Por isso, a repetição ainda é necessária. “Nervosismo não resolve em nada o mau comportamento. Claro que é preciso definir limites, mas o segredo é a maneira de falar”, garante. Entenda a evolução dos pequenos na assimilação das regras e saiba como discipliná-los corretamente:
O aprendizado em cada fase
Até 2 anos
Antes dessa idade, é muito difícil estabelecer uma disciplina, mas você pode e deve chamar a atenção do bebê sobre as coisas que ele deve ou não fazer. “Use um tom de voz firme e baixo para dizer não, acompanhado de uma breve explicação, como ‘isto está quente’”.
De 2 a 3 anos
A criança já entende o “não”, porém sua capacidade de reter informações é restrita. Por isso, você precisará reforçá-las. Nessa idade, já é possível aplicar as regras de disciplina, como colocar de castigo.

De 3 a 5 anos
É a fase da teimosia porque os pequenos estão descobrindo o mundo e querem mexer em tudo. Para lidar com esse momento, você deve ter em mente duas coisas: não mude suas regras por causa do seu filho. Sempre que o pegar no pulo fazendo algo inadequado, corrija na hora. Não espere para conversar depois, pois ele não conseguirá associar a atitude errada à sua queixa.

Acima de 5 anos
Você precisará ter jogo de cintura porque a criança, já grandinha, passa a compreender perfeitamente as ordens dos pais e tende a testar seus limites, desobedecendo mesmo. O intuito é chamar sua atenção. Aplique as regras de disciplina.
Tudo tem limite
E é preciso que você os defina desde cedo. A criança deve entender até onde pode ir.

Não pode mexer nas coisas...
O “não pode” deve existir desde a primeira infância, quando o bebê toca um objeto que outra pessoa segura, por exemplo. Aos poucos, ele associará atitudes erradas a mudanças no seu tom de voz e, naturalmente, passará a evitar comportamentos que provoquem essa alteração.
Basta dizer “não pode mexer” e afastar a mão da criança. “A ordem deve ser firme, mas não agressiva”.À medida que ela crescer, é importante que você esclareça o motivo da bronca, empregando expressões como: porque queima, porque dói e porque quebra. “Ensinar em casa evita que seu filho reproduza os maus modos na casa dos outros”.

Não pode morder, bater, empurrar, puxar o rabo do cachorro...
Toda criança passa pela fase de morder, empurrar e provocar os animais. É necessário orientá-la também a respeito dessa conduta. “Abaixe-se, para ficar na mesma altura que a criança, coloque as mãos em seus ombros e olhe fixamente nos olhos enquanto fala “não pode, assim você machuca”. Não adianta gritar de longe. A voz deve ser baixa, porém segura.

Reclamação na escola
A agenda da escola estampa uma bronca da professora? Leia a queixa na frente da criança e pergunte o que aconteceu. Depois de entender o motivo que a levou a bater no coleguinha, por exemplo, discipline-a, explicando que essa reação não é adequada. Nunca fale para ela revidar se apanhar na escola, mas para falar com a professora na hora que acontecer e dizer para o amiguinho que não pode bater/morder.

Regras de disciplina
Condicione-se a empregar, sempre, um tom de voz de autoridade e outro de aprovação. Se essa estratégia falhar, o jeito é apelar, definindo um cantinho para o castigo, onde o pequeno deverá refletir sobre o mau comportamento. Deixe ele sempre no mesmo local em casa no castigo e marque o tempo de acordo com a idade, 2 minutos (2 anos) 3 minutos (3anos).

Voz da autoridade
Recorra a ela sempre que a criança fizer algo errado:
1. Aproxime-se e não grite do outro lado da sala. Seu tom de voz deve ser baixo e firme.
2. Abaixe-se à altura dela, para não intimidá-la.
3. Olhe nos olhos. Dessa maneira, ela não conseguirá lhe ignorar.
4. Não ranja os dentes nem faça ameaças.
5. Caso ela tente desviar o olhar, diga “olhe para mim”. Segure-a sem machucar, obviamente,pelos braços para que ela não saia.
6. Deixe claro que você não está brincando.
7. Peça sempre “por favor” e explique da maneira mais clara possível que ela não pode repetir o erro. Por exemplo: “Bater nos outros é inaceitável. Não quero mais que você faça isso, por favor”.

Dicas:
- Não negocie. Não faça chantagem.
- Não faça promessas nem ofereça opções a uma criança pequena: “Você poderá comer o biscoito se comer o arroz com feijão”. Frases como essa só farão com que o pequeno tente negociar, provocando desgaste.
- Se a criança gritar com você, não responda com outro berro.

Voz da aprovação
Diante de um comportamento exemplar, o reconhecimento é igualmente importante:
1. Para elogiar, a voz deve ser alta, aguda e animada.
2. Vale bater palmas e até soltar gritinhos. Uhu

Castigo educa
Esse método ensina a criança a refletir sobre o que havia sido combinado com os pais, interrompe o mau comportamento e induz o adequado. E funciona. Então, quando a voz da autoridade não funcionar...

1. Mande-o para o cantinho da disciplina, sempre justificando a razão. Deixe-o lá por um tempo correspondente a um minuto por ano de idade.
2. Caso ele saia, coloque-o lá novamente e esclareça novamente o motivo.
3. Após cumprir o castigo, oriente a criança a pedir desculpas.
4. Assim que ela se desculpar, dê beijos e abraços.
5. Esqueça o assunto e aja como se nada tivesse acontecido.

A técnica do envolvimento
As crianças querem atenção o tempo todo. Quando você não dá, elas tendem a aprontar. É aí que você pode lançar mão de um truque: a técnica do envolvimento, que nada mais é do que incluir seu filho nas suas atividades, como as tarefas domésticas. Elas são interessantes para os pequenos. Ajudar a dobrar um lençol e usar um miniespanador ou uma minivassoura são maneiras de participarem e se sentirem úteis.

Pegue leve
Sabe quando você fala mil vezes para seu filho não mexer naquele vaso que fica em cima da mesa porque ele pode quebrar e não adianta? Se a peça finalmente espatifar, certamente ele começará a chorar e se mostrará arrependido.
Caso isso ocorra, não aplique nenhuma punição. Se a criança pedir desculpas sinceras, significa que já aprendeu a lição. A única coisa que você deve fazer é explicar por que isso aconteceu, lembrá-lo das regras e pronto. Sem broncas!

Persista, pois você vai conseguir!
Educar uma criança não é fácil, requer muita paciência, determinação e dedicação. Principalmente no período da primeira infância – de 0 a 7 anos – em que a personalidade se consolida É importante passar um tempo diário com seu filho. Converse com ele, explique os motivos das proibições. Por fim, o mais importante é ter paciência. O segredo é tentar sempre evoluir nesse quesito, acompanhando o crescimento e o amadurecimento dos filhos, com dedicação e amor, muito amor.
Fonte:
http://bebe.abril.com.br

2 de maio de 2011

Meu filho tem quase 3 anos e ainda acorda à noite pedindo mamadeira. Oque eu faço?

Trouxe esse caso recente de uma amiga para que várias mães que se encontram em situações parecidas possam ser ajudadas também. Espero que eu tenha escrito de forma clara. Tentei fazer de uma forma que vocês entendam o problema e como resolvê-lo...claro, à luz da querida Tracy. Eu não tenho a Melinda Blau ao meu lado para escrever para mim!

Estou escrevendo sobre o sono: ENSINANDO O BEBÊ A DORMIR! Aguardem o próximo post! Em breve...assim que eu arrumar um tempo entre o Lucas (2 meses) , Isabela (2 anos e 8 meses), a PHARMAC e a Organização de Festas(que não sai da minha cabeça) rsrsrsr O Felipe diz que quando termina uma festa eu já estou pensando em qual vai ser a próxima para eu organizar!

Relato de caso.

Meu filho tem quase 3 anos e ainda acorda a noite pedindo mamadeira. Oque eu faço?
Eu tenho uma bebê em casa de 5 meses, trabalho e preciso dormir à noite!

Parte I – 05/05/2011
Meu filho acorda de madrugada e pede mamadeira e depois quer que eu deite com ele para ele dormir, e eu dou a mamadeira!!! E deito com ele para ele dormir!!!

O que fazer?
Tirar a mamadeira da noite! É claro que ele não sente fome, nem precisa da mamadeira, ele precisa da mamãe que é o seu acessório!

Oque a mamãe fez: (06/05/2011)
-Fiz assim: não estou dando a mamadeira de madrugada quando ele pede... para ele acostumar a ficar sem e ter mais fome de dia mas eu ainda não consegui não deitar na cama dele!

Parte II – 11/05/2011
Ele fala: mamãe deita comigo só um pouquinho vou ficar tão feliz! Eu não resisto. Ele é muito esperto... quando ele não consegue alguma coisa ele fala que esta muito triste...  ele ate se põe de castigo.

O que fazer?
Uma criança de 2 anos entende perfeitamente tudo o que falamos com ela e neste caso ele está jogando com a mamãe que responde a tudo o que ele pede e como ela mesma diz: "Ela não resiste!"
Antes da mais nada, no dia em que estiver preparada e com vontade de enfrentar tudo isso explique exatamente para ele que você não irá mais se deitar na cama dele, explique que a mamãe e o papai tem a cama deles, que a irmãzinha tem a cama dela e que a mamãe vai dormir com o papai e que ele como a irmã vão dormir a noite toda cada um na sua cama.
Fale pra ele que de dia você deita um pouquinho com ele. E quando ele acordar de noite faça P.U/P.D com ele e evite contato visual, não fale nada (Você já explicou para ele antes e ele sabe que você não deitará com ele) Se ele se levantar da cama coloque o de volta. Fique lá em pé do lado da cama para dar confiança. E para conferir se ele vai dormir. Se ele não parar de se levantar. Sente no chão do quarto e espere que ele fique na cama, se ele se levantar, leve o de volta para a cama e faça quantas vezes for necessário. No primeiro dia você irá fazer muitas vezes, no segundo será mais fácil, até o dia que ele não vai mais acordar!
Ele sabe que manda na mamãe e a cada mês que passar ele ficará mais esperto e vai comandar sua vida.
A mamãe não tem que ser má pra ele, mas ele tem que entender que de noite é para dormir e que a mamãe manda nele e não o contrário. A criança faz parte de uma família e não a família faz parte da vida da criança. Eles tem que integrar à família e não comandar a família!
Primeiro seja Consciente do que vai fazer e Paciente – P.C. ,pois no dia que você disser não de verdade é melhor ir até o fim e ser constante porque vai dar vontade de chorar quando ele começar a chorar. Mas saiba que vai dar certo! Esteja confiante de que é o melhor para ele, e para toda a família.
Quando a criança ou o bebê está na rotina desde o início bastam apenas 3 dias pra consertar a paternidade acidental.
Mas se ele nunca esteve na rotina pode demorar uma, duas semanas...
Temos que ensinar eles a dormir pra eles estarem fortes e dispostos no outro dia.

Eu sempre digo à Isabela que ela tem que dormir para crescer! E ela adora! Quando acorda pergunta: Mamãe eu cresci? Olha o tamanho dessa menina! Morrendo de rir! E eu mais ainda!

Oque a mamãe fez: (26/05/2011

“CAROL FOI UM INFERNO FORAM 2 SEMANAS DE DUREZA”

Mas deu tudo certo!!!!

RELATO:
Primeiro a gente parou de dar a mamadeira mas continuava deitando, depois fiz o que você falou, paramos de deitar mas ele chorava e a gente ficava em pé do lado da cama falando: filho, não é hora de gagau nem de trocar fralda nem de água nem de deitar junto, boa noite a gente te ama fecha o olhinho e dorme.
Tem 3 noites que ele dorme a noite toda! ufaaaaaaaaaaaaaaa
A gente nem contou pra ninguém pq a gente ainda não acredita, tomara que continue.
Quando a gente acorda a gente se pergunta: quantas vezes vc foi lá? Nenhuma.
Hoje mesmo ele foi à minha cama falar que já estava vendo o sol pela janela do banheiro!
6 horas em ponto ele acorda, vai ao nosso quarto e fala: dormi a noite toda agora quero gagau! ( Olha só como são espertos! Ele entendeu tudinho, sem nenhum trauma. Ele sabe que a mamãe está lá e que ele vai tomar o Nescau dele na hora certa!)
E o pior é que nem dá pra reclamar dele acordar 6 horas pq já é um alivio dormir até as 6
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

DICAS
-E se ele voltar a acordar?
Se ele voltar a acordar outra vez, não saia correndo espere OUVINDO se ele volta a dormir. Se ele chamar/chorar você vai e faz shhhh na porta do quarto
-E se ele for pro nosso quarto?
Leva ele de volta pela mão e coloca ele na cama dele, sem interação, sem falar nada.
Em hipótese alguma você pode dar nada pra ele à noite que ele pedir senão volta tudo de novo!
-Porque eles fazem isso?
1º acostumou 2º quer te testar 3º eles sempre querem a gente
A Isabela me disse esses dias
“Mamãe, você sabia que quando uma criança chora é pq ela quer a mamãe?” kkkkkkk

PARTE III- 26/05/2011
Até hoje damos a mamada dos sonhos pra ele... 23 horas, mas é a única coisa que ainda damos, tiramos as duas mamadeiras da madrugada e deixamos só ela.
Você acha que tem problema?
O que fazer?
 Ele definitivamente não precisa mais da mamada dos sonhos. Se ele quer este dengo de calorias desnecessárias dê na hora que ele for dormir, faça disso um ritual, (A Isabela já sabe que a hora da "tchuca", é hora de dormir, toma no COPINHO antivazamento, escova os dentes, faz xixi, cocô e cama!)
Não faça isso no quarto porque ele vai querer tomar e dormir! Sem escovar os dentes!!!! Ninguém merece criança com cárie!!!! Vai ser pior levá-lo para uma obturação eu garanto!
Chame ele fora do quarto, na sala, num cantinho só para isso, conte uma história pra ele enquanto ele toma e crie essa rotina, com luzes semi-apagadas e uma musiquinha se quiser!
Lembre-se que você pode querer sair e não estar em casa as 23hs ou querer dormir mais cedo e você está criando uma dependência desnecessária que você criou. A mamada dos sonhos da Tracy é para bebês!


PARABÉNS AMIGA! Estou orgulhosa de você! E obrigada por deixar eu postar aqui no Blog!
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